sexta-feira, 8 de julho de 2011

Across the universe

Sabe quando você se depara com uma obra de arte filmística e fica extasiada a ponto de todas as suas emoções se misturarem do início ao fim, de uma forma tão envolvente que nem você mesma seria capaz de explicar? Cada música, cada atuação,cada fala, cada efeito, cada metáfora... tudo deslumbrante; isso é "Across the universe", um musical que tem como tema central a guerra do Vietnã e a ele vários acontecimentos correlacionados, acompanhados de músicas dos Beatles. Um filme que prende e concentra todos os sentidos do início ao fim.
Só mesmo um filme como "Across the universe" pra fazer isso comigo, apurar o meu lado cinéfilo e musical, e de quebra ressuscitar o meu blog, rs.
Particularmente diferente de tudo o que já vi antes, é lindo, doce, envolvente, emocionante, comovente... inigualável e indescritível.
Esse filme - que agora é um dos meus favoritos - me tocou de tal maneira que todo o espaço que me fosse concedido para escrever sobre ele seria insuficiente. Tudo é brilhante, a começar pelas músicas, combinadas a uma história magnífica, atuações impecáveis.
A maneira como esse conjunto se desenvolve ao longo de aproximadamente 2h15 despertou toda a minha sensibilidade e me trouxe inspiração para escrever agora.
Não irei me estender em detalhes e nem pretendo discorrer um texto longo a respeito do tema, nem esse é o meu objetivo. Só deixo aqui as minhas impressões - mesmo que superficialmente - sobre "Across the universe". Aos que ficaram curiosos, assistam, e garanto que não irão se arrepender.

sábado, 4 de dezembro de 2010

É estranhamente feliz, absorto em seu mundo de delírios e devaneios sentimentais.
Como pode alimentar tamanha felicidade por tão pouca coisa?
Será para si a realidade um tanto quanto cruel? Ou apenas se sente melhor estando preso na representação simbólica do que no real?
A realidade é a coisa mais feliz da vida, mas não quer se dar conta disso.
Poderia ser uma pessoa sensata, equilibrada, vivendo de acordo com o que está à sua volta.
Mas prefere perder-se nas ilusões para depois deliciar-se com sua doce melancolia.
Que gosto pelo sofrimento!
Lembro-me quando te queixavas da ausência de um amor, usando aquele famoso clichê: "ninguém me ama". Hoje me pergunto se encontraste o amor de sua vida ou já não te importas mais com isso. Estás diferente. Muita coisa mudou, acontecimentos, turbulências, momentos de felicidade e tristeza.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Saudosismo

Músicas lembram pessoas, trazem sensações, como a saudade

Saudade de quem não está perto, saudade de quem se queria ter ao lado

E até mesmo saudade de um amor que não se sabe quem é, que não existe

O mais alto grau de idealização e utopia

Loucuras, delírios, devaneios...

sentimentais.

Cuidado: o rorizismo não chegou ao fim

Muita gente ficou feliz com a vitória de Agnelo, inclusive eu. Ou por ele ter ganhado mesmo ou pela Weslian ter perdido. Cada um com seus motivos, o fato é que a vitória do Agnelo é bastante significativa, mas engana-se quem pensa que o rorizismo chegou ao fim.

A lei da ficha-limpa aposentou Roriz, que não poderá se candidatar pelos próximos 16 anos, mas ele, com o famoso "jeitinho brasileiro", empurrou a Weslian que foi a maior piada que tivemos na política do DF. Não podemos nos esquecer de que eles tem 2 filhas ocupando cargos políticos: Liliane e Jaqueline. Portanto, o rorizismo não acabou. Weslian mesmo afirmou que a oposição vai ser forte. Acreditamos nisso, pois a família Roriz utiliza-se de todos os artifícios para manter-se no poder.

Parece que estamos vivendo a época do coronelismo.
Cabe ao PT fazer um governo exemplar e a população do DF continuar mostrando sua indignação e os seus anseios por um novo caminho para impedir a volta da praga rorizenta. Que a família Roriz faça sua oposição, nós saberemos nos defender. Eu espero.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Agora sim...

tudo está melhor. Bem melhor do que antes.

Como poderia mudar assim? Mas as mudanças são boas.

Sem arrependimentos e nem remorsos no coração, que agora bate leve e livre, como uma ave branca voando em meio ao azul celeste.

É uma sensação de paz e eu diria até renascimento, un complet changement.

Não se deu de uma hora pra outra. Veio fervilhando durante algum tempo.

E agora...

transbordou.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Qualquer coisa só pra preencher espaço

Voltei, galera.
Agora vou retomar meu verdadeiro estilo de escrita.
Chega daquele nhenhenhem, aquela breguice subjetiva-sentimental.
Voltarei a escrever sobre os assuntos que julgo importantes, ou que talvez não sejam importantes, mas para mim são sensatos. Qualquer coisa é mais sensata do que aqueles textos que eu escrevi recentemente.
Um dia desses acordei e pensei: "A sociedade está vivendo um verdadeiro vazio intelectual".
E por que digo isso? Simples. Olhem aos seus redores. Olha a juventude que nós estamos criando. Adolescentezinhos fúteis que só sabem escrever em internetês e não sabem fazer uma simples redação escolar. Que só sabem se expressar por emoticons e não acham palavras para formalizar um simples sentimento. Onde nós estamos chegando? Não se preza mais pelas relação interpessoais. Muita gente prefere conversar pelo msn ao olhar nos olhos ou fazer uma ligação. Tô falando dos valores que se perderam sim, por causa da porra desses sites de relacionamento, desse individualismo com o qual se vive. A pessoa tem 1000 amigos no orkut e quantos na vida real? Sinceramente, não consegui me acostumar com isso. Sou usuária desses sites, não os repudio. Só me incomoda quando isso passa dos limites. Na página do orkut está escrito: " Como na vida real". Que porra de vida real? A sua vida real e ficar em frente ao computador "tc" com um bando de estranhos que nunca viu na vida? Ou mesmo que não sejam estranhos, pessoas que você conheça mesmo. Gente, como é possível conversar com uma pessoa tão amigavelmente pelo msn e ser outra quando a encontra?
Realmente não consigo entender. Parece que cada indivíduo tem dois seres dentro de si. Um real e outro virtual.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Crítica

Não se assustem a lerem o título do blog. Não vou fazer aqui crítica a um obejto específico. Melhor, vou fazer uma crítica à própria crítica.

Por que existe crítica? Por que tudo deve ser criticado? Criticar é um ato intelectual, filosófico?
A crítica é um processo inato ao ser humano e está mais presente do que se possa imaginar.

Primeiramente, é importante esclarecer que tudo e todos estão sujeitos aos mais variados tipos de crítica. Seja ela positiva ou negativa. E que a crítica é sim, seja de qual tipo for, um meio de análise e reflexão pessoal. Sendo por parte do crítico ou do criticado.

Mas o que venho focar aqui é o que move a crítica.

Será que todos os críticos conhecem bem o objeto a ser criticado?
Ou criticam eles somente com bases em opiniões e princípios alheios que nada tem a ver com sua formação ideológica?

Portanto é certo afirmar que a crítica deve partir de um pré-conhecimento a cerca do objeto criticado. Não posso criticar toda e qualquer atitude política, religiosa, social, efim, sem ter por base esse pré-conhecimento, que me dará firmeza na crítica.

Você já parou pra pensar quantas pessoas criticam algo com base apenas em fatos apresentados/manipulados pela mídia?
Por que muitos se opõem ou se colocam a favor de um tema polêmico simplesmente porque alguém conseguiu convencê-lo- e muitas vezes, sem qualquer esforço?

Criticar é colocar em prática opiniões formadas, baseadas em fundamentos sólidos, e não apenas se deixar convencer de forma fácil, repetindo o que já foi dito.