Não se assustem a lerem o título do blog. Não vou fazer aqui crítica a um obejto específico. Melhor, vou fazer uma crítica à própria crítica.
Por que existe crítica? Por que tudo deve ser criticado? Criticar é um ato intelectual, filosófico?
A crítica é um processo inato ao ser humano e está mais presente do que se possa imaginar.
Primeiramente, é importante esclarecer que tudo e todos estão sujeitos aos mais variados tipos de crítica. Seja ela positiva ou negativa. E que a crítica é sim, seja de qual tipo for, um meio de análise e reflexão pessoal. Sendo por parte do crítico ou do criticado.
Mas o que venho focar aqui é o que move a crítica.
Será que todos os críticos conhecem bem o objeto a ser criticado?
Ou criticam eles somente com bases em opiniões e princípios alheios que nada tem a ver com sua formação ideológica?
Portanto é certo afirmar que a crítica deve partir de um pré-conhecimento a cerca do objeto criticado. Não posso criticar toda e qualquer atitude política, religiosa, social, efim, sem ter por base esse pré-conhecimento, que me dará firmeza na crítica.
Você já parou pra pensar quantas pessoas criticam algo com base apenas em fatos apresentados/manipulados pela mídia?
Por que muitos se opõem ou se colocam a favor de um tema polêmico simplesmente porque alguém conseguiu convencê-lo- e muitas vezes, sem qualquer esforço?
Criticar é colocar em prática opiniões formadas, baseadas em fundamentos sólidos, e não apenas se deixar convencer de forma fácil, repetindo o que já foi dito.
terça-feira, 27 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Personalidade
O que é personalidade? Algo que surge do meio social e é adaptado ao subjetivo de cada pessoa ou algo que surge da própria subjetividade pessoal em direção à sociedade?
Ora, se a personalidade parte de um meio social, poderia ela verdadeiramente ser chamada de personalidade mesmo sendo adaptada à própria subjetividade? Uns respondem isso afirmativamente, pois acreditam que o homem sofre influência do meio em que vive. Há outros que dizem não existir tal influêcia, portanto nenhum comportamento pessoal deve partir do exterior em direção ao interior, e sim o contrário. Opiniões à parte, o certo é que personalidade é algo extremamente pessoal e todos a tem, mesmo que seja em maior ou em menor proporção, o que é bem relativo também, devido à concepção que se tem de personalidade.
Uma pessoa pode ter muita personalidade pra mim e não pode ter pra você. As definições de personalidade variam, podem estar ligadas às roupas, opiniões ou ao comportamento ímpar e singular. Personalidade é ser você mesmo, ser único e diferenciado.
Ora, se a personalidade parte de um meio social, poderia ela verdadeiramente ser chamada de personalidade mesmo sendo adaptada à própria subjetividade? Uns respondem isso afirmativamente, pois acreditam que o homem sofre influência do meio em que vive. Há outros que dizem não existir tal influêcia, portanto nenhum comportamento pessoal deve partir do exterior em direção ao interior, e sim o contrário. Opiniões à parte, o certo é que personalidade é algo extremamente pessoal e todos a tem, mesmo que seja em maior ou em menor proporção, o que é bem relativo também, devido à concepção que se tem de personalidade.
Uma pessoa pode ter muita personalidade pra mim e não pode ter pra você. As definições de personalidade variam, podem estar ligadas às roupas, opiniões ou ao comportamento ímpar e singular. Personalidade é ser você mesmo, ser único e diferenciado.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Legião Urbana: a banda mais que perfeita
Hoje decidi postar algo sobre a minha banda preferida, Legião Urbana. Essa ideia veio após eu assistir ao show de uma banda cover da Legião ontem, Quatro Estações. Enfim... foi um show cover, mas preciso dizer que foi o melhor show da minha vida, porque não era qualquer banda cover, e sim a banda cover da Legião Urbana.
O último show da Legião foi em 1988 e eu não era nem nascida. Ah... como eu queria ter vivido a década de 80 só pra ter a oportunidade de assistir ao show deles. Mas já que isso não é possível,porque o Renato Russo não vai ressuscitar (hauhauhau), o show de uma banda cover já está de bom tamanho.
Os caras realmente são muito bons. O vocalista se parece muito com o Renato e a voz é incrível. Por alguns momentos, era como se o próprio Renato Russo estivesse ali. A emoção foi tamanha que os pelos dos meus braços se arrepiaram e meus olhos se encheram de água, principalmente nas músicas Giz e Dezesseis. As melhores músicas foram tocadas,Será, Ainda é Cedo, Soldados, Vento no Litoral... é claro que algumas foram deixadas de fora, mas existem tantas músicas da Legião, que seria impossível tocar todas.
O show estava rolando quando eles tocaram Metal Contra as Nuvens, daí eu pensei, é claro que ele vai tocar Faroeste. O que custa tocar uma música de 9min e 3seg pra quem tocou uma de 8min?
Mas eu não estava completamente satisfeita após o termino da música Faroeste Caboclo. Eu juro que eu ia morrer se eles não tocassem Geração Coca-Cola, e se eles tocassem também; mas morrer em sentidos diferentes, porque se eles não tocassem, eu ia ficar decepcionada, e se tocassem eu ia ficar mais doida do que já estava. Depois de um bom tempo de show comecei a gritar: "Geração, geração..." enquanto outras pessoas gritavam nomes de outras músicas. O cover do Renato falou: Nós vamos tocar mais duas, porque o tempo está esgostando." E então veio Teatro dos Vampiros. Depois dessa música,eu continuei minha tentativa para que eles tocassem Geração,gritando: "Geração, geração." Daí ele parou, olhou pra mim e tocou geração. Cara... foi a melhor parte do show, eu saí imediatamente do meu lugar e fui para perto da borda do palco dançar loucamente. Utilizei todos os meus recursos vocais pra cantar todas as músicas, cada palavra com a mais profunda emoção, que só as músicas da Legião podem causar.
O último show da Legião foi em 1988 e eu não era nem nascida. Ah... como eu queria ter vivido a década de 80 só pra ter a oportunidade de assistir ao show deles. Mas já que isso não é possível,porque o Renato Russo não vai ressuscitar (hauhauhau), o show de uma banda cover já está de bom tamanho.
Os caras realmente são muito bons. O vocalista se parece muito com o Renato e a voz é incrível. Por alguns momentos, era como se o próprio Renato Russo estivesse ali. A emoção foi tamanha que os pelos dos meus braços se arrepiaram e meus olhos se encheram de água, principalmente nas músicas Giz e Dezesseis. As melhores músicas foram tocadas,Será, Ainda é Cedo, Soldados, Vento no Litoral... é claro que algumas foram deixadas de fora, mas existem tantas músicas da Legião, que seria impossível tocar todas.
O show estava rolando quando eles tocaram Metal Contra as Nuvens, daí eu pensei, é claro que ele vai tocar Faroeste. O que custa tocar uma música de 9min e 3seg pra quem tocou uma de 8min?
Mas eu não estava completamente satisfeita após o termino da música Faroeste Caboclo. Eu juro que eu ia morrer se eles não tocassem Geração Coca-Cola, e se eles tocassem também; mas morrer em sentidos diferentes, porque se eles não tocassem, eu ia ficar decepcionada, e se tocassem eu ia ficar mais doida do que já estava. Depois de um bom tempo de show comecei a gritar: "Geração, geração..." enquanto outras pessoas gritavam nomes de outras músicas. O cover do Renato falou: Nós vamos tocar mais duas, porque o tempo está esgostando." E então veio Teatro dos Vampiros. Depois dessa música,eu continuei minha tentativa para que eles tocassem Geração,gritando: "Geração, geração." Daí ele parou, olhou pra mim e tocou geração. Cara... foi a melhor parte do show, eu saí imediatamente do meu lugar e fui para perto da borda do palco dançar loucamente. Utilizei todos os meus recursos vocais pra cantar todas as músicas, cada palavra com a mais profunda emoção, que só as músicas da Legião podem causar.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Língua: A maior herança cultural de uma nação
O que é a língua, senão a maior herança cultural de uma nação? A expressão do racional e subjetivo, que permite ao homem demonstrar o mais profundo do seu ser. A língua é muito mais do que se pode imaginar, é o resultado da cultura,da história e da sociedade em que se vive. É o que há de mais belo entre os povos, o que permite a comunicação, a expressão, a demostração de que existe muito mais além do que se fala. O que seria do mundo sem a diversidade de línguas existentes? Restringindo para uma âmbito menor, o que seria dos Brasil sem as variedades línguistcas e os dialetos? Tudo isso é cultura, cultura é sinônimo de riqueza, o que permite ao ser humano criar e recriar, viver e se expressar das mais diversas formas. A língua é inseparável à ideologia. Quando falamos, estamos expressando o que pensamos e sentimos. Colocar a língua em ação significa muito mais do que trazer um sistema linguístico à tona. Língua é sentimento, ideologia, cultura.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Amor pela Língua Francesa (onde tudo começou)
Tudo começou numa bela tarde de segunda-feira, 13 de julho de 2007. E lá estava eu na minha primeira aula de francês no CILT. Eu não sei exatamente o que estava fazendo lá, pois nunca imaginei estudar francês na vida, mas como temos que agarrar oportunidades na vida, essa foi mais uma que não deixei passar, e lá fui eu.
Amei o meu primeiro dia de aula, e à medida que o tempo passava, realmente percebi que estava encantada com o francês, louca para aprender muitas coisas. O aprendizado daquele idioma estava me deixando cada vez mais fascinada, pela sutileza, charme e elegância, pela peculiaridade romântica e sensual da pronúncia.
Algum tempo se passou e eu decidi fazer o PAS para Letras Francês. Por que não? Eu simplesmente amava aquele belíssimo idioma e queria mesmo que ele fizesse parte da minha vida pra sempre. Me imaginava dando aulas de francês, fazendo outros cursos, me especializando e me aprofundando cada vez mais no que eu gostava de verdade e queria pro resto da minha vida.
Dia 13 de janeiro de 2009 meu amigo Paulo me liga e diz: "Jéssy, você passou na UnB." Nem acreditei, corri para ligar o computador e conferir eu mesma, era verdade, o meu sonho se tornou realidade, eu realmente estava muito feliz. As aulas começaram e à partir daí comecei a gostar mais e mais de estudar francês, e o meu desejo de compartilhar isso com outras pessoas se tornou maior. Hoje vejo que aquela concepção que tinha antes da língua francesa mudou completamente, o francês pra mim é muito mais do que podia imaginar que seria antes de começar a estudá-lo, sei que tenho um longo caminho pela frante. E assim como eu tive essa oportunidade de aprender e me apaixonarp elo idioma, quero que outras pessoas também a tenham. Posso dizer com toda a convicção que o francês mudou a minha vida.
Amei o meu primeiro dia de aula, e à medida que o tempo passava, realmente percebi que estava encantada com o francês, louca para aprender muitas coisas. O aprendizado daquele idioma estava me deixando cada vez mais fascinada, pela sutileza, charme e elegância, pela peculiaridade romântica e sensual da pronúncia.
Algum tempo se passou e eu decidi fazer o PAS para Letras Francês. Por que não? Eu simplesmente amava aquele belíssimo idioma e queria mesmo que ele fizesse parte da minha vida pra sempre. Me imaginava dando aulas de francês, fazendo outros cursos, me especializando e me aprofundando cada vez mais no que eu gostava de verdade e queria pro resto da minha vida.
Dia 13 de janeiro de 2009 meu amigo Paulo me liga e diz: "Jéssy, você passou na UnB." Nem acreditei, corri para ligar o computador e conferir eu mesma, era verdade, o meu sonho se tornou realidade, eu realmente estava muito feliz. As aulas começaram e à partir daí comecei a gostar mais e mais de estudar francês, e o meu desejo de compartilhar isso com outras pessoas se tornou maior. Hoje vejo que aquela concepção que tinha antes da língua francesa mudou completamente, o francês pra mim é muito mais do que podia imaginar que seria antes de começar a estudá-lo, sei que tenho um longo caminho pela frante. E assim como eu tive essa oportunidade de aprender e me apaixonarp elo idioma, quero que outras pessoas também a tenham. Posso dizer com toda a convicção que o francês mudou a minha vida.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Prólogo
Primeira vez que crio um blog. Mas de onde surgiu tal inspiração? Bom... queria algo novo, mas quando pensei nisso em termos virtuais, me veio à mente a ideia de fazer um blog. Mas e aí? O que escrever nele? De que temas irei tratar? Não sei...
Criei um blog com o intuito de escrever, escrever muito, pois essa é uma das minhas paixões, que vem sendo despertada desde que comecei a estudar Letras.
Antes de mais nada gostaria de explicar o endereço do mais novo blog da net: lerpensarsentir. Sim senhores, essas palavras são as bases dessa espécie de diário virtual. Primeiro porque quero escrever muitas coisas aqui - ou pelo menos vou tentar- e quero que leiam, mas também que pensem no que estão lendo e claro, critiquem à vontade, exponham suas opiniões sem medo de serem felizes. Sei que também irei postar coisas "nada a ver", besteiras... enfim. Talvez isso aconteça por falta de inspiração. Mas é importante ressaltar que quero fazer desse espaço um meio de discussão, reflexão, de expressão de sentimentos...- é aí que entra o sentir- Então, sintam-se à vontade e participem!
Criei um blog com o intuito de escrever, escrever muito, pois essa é uma das minhas paixões, que vem sendo despertada desde que comecei a estudar Letras.
Antes de mais nada gostaria de explicar o endereço do mais novo blog da net: lerpensarsentir. Sim senhores, essas palavras são as bases dessa espécie de diário virtual. Primeiro porque quero escrever muitas coisas aqui - ou pelo menos vou tentar- e quero que leiam, mas também que pensem no que estão lendo e claro, critiquem à vontade, exponham suas opiniões sem medo de serem felizes. Sei que também irei postar coisas "nada a ver", besteiras... enfim. Talvez isso aconteça por falta de inspiração. Mas é importante ressaltar que quero fazer desse espaço um meio de discussão, reflexão, de expressão de sentimentos...- é aí que entra o sentir- Então, sintam-se à vontade e participem!
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