Muita gente ficou feliz com a vitória de Agnelo, inclusive eu. Ou por ele ter ganhado mesmo ou pela Weslian ter perdido. Cada um com seus motivos, o fato é que a vitória do Agnelo é bastante significativa, mas engana-se quem pensa que o rorizismo chegou ao fim.
A lei da ficha-limpa aposentou Roriz, que não poderá se candidatar pelos próximos 16 anos, mas ele, com o famoso "jeitinho brasileiro", empurrou a Weslian que foi a maior piada que tivemos na política do DF. Não podemos nos esquecer de que eles tem 2 filhas ocupando cargos políticos: Liliane e Jaqueline. Portanto, o rorizismo não acabou. Weslian mesmo afirmou que a oposição vai ser forte. Acreditamos nisso, pois a família Roriz utiliza-se de todos os artifícios para manter-se no poder.
Parece que estamos vivendo a época do coronelismo.
Cabe ao PT fazer um governo exemplar e a população do DF continuar mostrando sua indignação e os seus anseios por um novo caminho para impedir a volta da praga rorizenta. Que a família Roriz faça sua oposição, nós saberemos nos defender. Eu espero.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Agora sim...
tudo está melhor. Bem melhor do que antes.
Como poderia mudar assim? Mas as mudanças são boas.
Sem arrependimentos e nem remorsos no coração, que agora bate leve e livre, como uma ave branca voando em meio ao azul celeste.
É uma sensação de paz e eu diria até renascimento, un complet changement.
Não se deu de uma hora pra outra. Veio fervilhando durante algum tempo.
E agora...
transbordou.
Como poderia mudar assim? Mas as mudanças são boas.
Sem arrependimentos e nem remorsos no coração, que agora bate leve e livre, como uma ave branca voando em meio ao azul celeste.
É uma sensação de paz e eu diria até renascimento, un complet changement.
Não se deu de uma hora pra outra. Veio fervilhando durante algum tempo.
E agora...
transbordou.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Qualquer coisa só pra preencher espaço
Voltei, galera.
Agora vou retomar meu verdadeiro estilo de escrita.
Chega daquele nhenhenhem, aquela breguice subjetiva-sentimental.
Voltarei a escrever sobre os assuntos que julgo importantes, ou que talvez não sejam importantes, mas para mim são sensatos. Qualquer coisa é mais sensata do que aqueles textos que eu escrevi recentemente.
Um dia desses acordei e pensei: "A sociedade está vivendo um verdadeiro vazio intelectual".
E por que digo isso? Simples. Olhem aos seus redores. Olha a juventude que nós estamos criando. Adolescentezinhos fúteis que só sabem escrever em internetês e não sabem fazer uma simples redação escolar. Que só sabem se expressar por emoticons e não acham palavras para formalizar um simples sentimento. Onde nós estamos chegando? Não se preza mais pelas relação interpessoais. Muita gente prefere conversar pelo msn ao olhar nos olhos ou fazer uma ligação. Tô falando dos valores que se perderam sim, por causa da porra desses sites de relacionamento, desse individualismo com o qual se vive. A pessoa tem 1000 amigos no orkut e quantos na vida real? Sinceramente, não consegui me acostumar com isso. Sou usuária desses sites, não os repudio. Só me incomoda quando isso passa dos limites. Na página do orkut está escrito: " Como na vida real". Que porra de vida real? A sua vida real e ficar em frente ao computador "tc" com um bando de estranhos que nunca viu na vida? Ou mesmo que não sejam estranhos, pessoas que você conheça mesmo. Gente, como é possível conversar com uma pessoa tão amigavelmente pelo msn e ser outra quando a encontra?
Realmente não consigo entender. Parece que cada indivíduo tem dois seres dentro de si. Um real e outro virtual.
Agora vou retomar meu verdadeiro estilo de escrita.
Chega daquele nhenhenhem, aquela breguice subjetiva-sentimental.
Voltarei a escrever sobre os assuntos que julgo importantes, ou que talvez não sejam importantes, mas para mim são sensatos. Qualquer coisa é mais sensata do que aqueles textos que eu escrevi recentemente.
Um dia desses acordei e pensei: "A sociedade está vivendo um verdadeiro vazio intelectual".
E por que digo isso? Simples. Olhem aos seus redores. Olha a juventude que nós estamos criando. Adolescentezinhos fúteis que só sabem escrever em internetês e não sabem fazer uma simples redação escolar. Que só sabem se expressar por emoticons e não acham palavras para formalizar um simples sentimento. Onde nós estamos chegando? Não se preza mais pelas relação interpessoais. Muita gente prefere conversar pelo msn ao olhar nos olhos ou fazer uma ligação. Tô falando dos valores que se perderam sim, por causa da porra desses sites de relacionamento, desse individualismo com o qual se vive. A pessoa tem 1000 amigos no orkut e quantos na vida real? Sinceramente, não consegui me acostumar com isso. Sou usuária desses sites, não os repudio. Só me incomoda quando isso passa dos limites. Na página do orkut está escrito: " Como na vida real". Que porra de vida real? A sua vida real e ficar em frente ao computador "tc" com um bando de estranhos que nunca viu na vida? Ou mesmo que não sejam estranhos, pessoas que você conheça mesmo. Gente, como é possível conversar com uma pessoa tão amigavelmente pelo msn e ser outra quando a encontra?
Realmente não consigo entender. Parece que cada indivíduo tem dois seres dentro de si. Um real e outro virtual.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Crítica
Não se assustem a lerem o título do blog. Não vou fazer aqui crítica a um obejto específico. Melhor, vou fazer uma crítica à própria crítica.
Por que existe crítica? Por que tudo deve ser criticado? Criticar é um ato intelectual, filosófico?
A crítica é um processo inato ao ser humano e está mais presente do que se possa imaginar.
Primeiramente, é importante esclarecer que tudo e todos estão sujeitos aos mais variados tipos de crítica. Seja ela positiva ou negativa. E que a crítica é sim, seja de qual tipo for, um meio de análise e reflexão pessoal. Sendo por parte do crítico ou do criticado.
Mas o que venho focar aqui é o que move a crítica.
Será que todos os críticos conhecem bem o objeto a ser criticado?
Ou criticam eles somente com bases em opiniões e princípios alheios que nada tem a ver com sua formação ideológica?
Portanto é certo afirmar que a crítica deve partir de um pré-conhecimento a cerca do objeto criticado. Não posso criticar toda e qualquer atitude política, religiosa, social, efim, sem ter por base esse pré-conhecimento, que me dará firmeza na crítica.
Você já parou pra pensar quantas pessoas criticam algo com base apenas em fatos apresentados/manipulados pela mídia?
Por que muitos se opõem ou se colocam a favor de um tema polêmico simplesmente porque alguém conseguiu convencê-lo- e muitas vezes, sem qualquer esforço?
Criticar é colocar em prática opiniões formadas, baseadas em fundamentos sólidos, e não apenas se deixar convencer de forma fácil, repetindo o que já foi dito.
Por que existe crítica? Por que tudo deve ser criticado? Criticar é um ato intelectual, filosófico?
A crítica é um processo inato ao ser humano e está mais presente do que se possa imaginar.
Primeiramente, é importante esclarecer que tudo e todos estão sujeitos aos mais variados tipos de crítica. Seja ela positiva ou negativa. E que a crítica é sim, seja de qual tipo for, um meio de análise e reflexão pessoal. Sendo por parte do crítico ou do criticado.
Mas o que venho focar aqui é o que move a crítica.
Será que todos os críticos conhecem bem o objeto a ser criticado?
Ou criticam eles somente com bases em opiniões e princípios alheios que nada tem a ver com sua formação ideológica?
Portanto é certo afirmar que a crítica deve partir de um pré-conhecimento a cerca do objeto criticado. Não posso criticar toda e qualquer atitude política, religiosa, social, efim, sem ter por base esse pré-conhecimento, que me dará firmeza na crítica.
Você já parou pra pensar quantas pessoas criticam algo com base apenas em fatos apresentados/manipulados pela mídia?
Por que muitos se opõem ou se colocam a favor de um tema polêmico simplesmente porque alguém conseguiu convencê-lo- e muitas vezes, sem qualquer esforço?
Criticar é colocar em prática opiniões formadas, baseadas em fundamentos sólidos, e não apenas se deixar convencer de forma fácil, repetindo o que já foi dito.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Personalidade
O que é personalidade? Algo que surge do meio social e é adaptado ao subjetivo de cada pessoa ou algo que surge da própria subjetividade pessoal em direção à sociedade?
Ora, se a personalidade parte de um meio social, poderia ela verdadeiramente ser chamada de personalidade mesmo sendo adaptada à própria subjetividade? Uns respondem isso afirmativamente, pois acreditam que o homem sofre influência do meio em que vive. Há outros que dizem não existir tal influêcia, portanto nenhum comportamento pessoal deve partir do exterior em direção ao interior, e sim o contrário. Opiniões à parte, o certo é que personalidade é algo extremamente pessoal e todos a tem, mesmo que seja em maior ou em menor proporção, o que é bem relativo também, devido à concepção que se tem de personalidade.
Uma pessoa pode ter muita personalidade pra mim e não pode ter pra você. As definições de personalidade variam, podem estar ligadas às roupas, opiniões ou ao comportamento ímpar e singular. Personalidade é ser você mesmo, ser único e diferenciado.
Ora, se a personalidade parte de um meio social, poderia ela verdadeiramente ser chamada de personalidade mesmo sendo adaptada à própria subjetividade? Uns respondem isso afirmativamente, pois acreditam que o homem sofre influência do meio em que vive. Há outros que dizem não existir tal influêcia, portanto nenhum comportamento pessoal deve partir do exterior em direção ao interior, e sim o contrário. Opiniões à parte, o certo é que personalidade é algo extremamente pessoal e todos a tem, mesmo que seja em maior ou em menor proporção, o que é bem relativo também, devido à concepção que se tem de personalidade.
Uma pessoa pode ter muita personalidade pra mim e não pode ter pra você. As definições de personalidade variam, podem estar ligadas às roupas, opiniões ou ao comportamento ímpar e singular. Personalidade é ser você mesmo, ser único e diferenciado.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Legião Urbana: a banda mais que perfeita
Hoje decidi postar algo sobre a minha banda preferida, Legião Urbana. Essa ideia veio após eu assistir ao show de uma banda cover da Legião ontem, Quatro Estações. Enfim... foi um show cover, mas preciso dizer que foi o melhor show da minha vida, porque não era qualquer banda cover, e sim a banda cover da Legião Urbana.
O último show da Legião foi em 1988 e eu não era nem nascida. Ah... como eu queria ter vivido a década de 80 só pra ter a oportunidade de assistir ao show deles. Mas já que isso não é possível,porque o Renato Russo não vai ressuscitar (hauhauhau), o show de uma banda cover já está de bom tamanho.
Os caras realmente são muito bons. O vocalista se parece muito com o Renato e a voz é incrível. Por alguns momentos, era como se o próprio Renato Russo estivesse ali. A emoção foi tamanha que os pelos dos meus braços se arrepiaram e meus olhos se encheram de água, principalmente nas músicas Giz e Dezesseis. As melhores músicas foram tocadas,Será, Ainda é Cedo, Soldados, Vento no Litoral... é claro que algumas foram deixadas de fora, mas existem tantas músicas da Legião, que seria impossível tocar todas.
O show estava rolando quando eles tocaram Metal Contra as Nuvens, daí eu pensei, é claro que ele vai tocar Faroeste. O que custa tocar uma música de 9min e 3seg pra quem tocou uma de 8min?
Mas eu não estava completamente satisfeita após o termino da música Faroeste Caboclo. Eu juro que eu ia morrer se eles não tocassem Geração Coca-Cola, e se eles tocassem também; mas morrer em sentidos diferentes, porque se eles não tocassem, eu ia ficar decepcionada, e se tocassem eu ia ficar mais doida do que já estava. Depois de um bom tempo de show comecei a gritar: "Geração, geração..." enquanto outras pessoas gritavam nomes de outras músicas. O cover do Renato falou: Nós vamos tocar mais duas, porque o tempo está esgostando." E então veio Teatro dos Vampiros. Depois dessa música,eu continuei minha tentativa para que eles tocassem Geração,gritando: "Geração, geração." Daí ele parou, olhou pra mim e tocou geração. Cara... foi a melhor parte do show, eu saí imediatamente do meu lugar e fui para perto da borda do palco dançar loucamente. Utilizei todos os meus recursos vocais pra cantar todas as músicas, cada palavra com a mais profunda emoção, que só as músicas da Legião podem causar.
O último show da Legião foi em 1988 e eu não era nem nascida. Ah... como eu queria ter vivido a década de 80 só pra ter a oportunidade de assistir ao show deles. Mas já que isso não é possível,porque o Renato Russo não vai ressuscitar (hauhauhau), o show de uma banda cover já está de bom tamanho.
Os caras realmente são muito bons. O vocalista se parece muito com o Renato e a voz é incrível. Por alguns momentos, era como se o próprio Renato Russo estivesse ali. A emoção foi tamanha que os pelos dos meus braços se arrepiaram e meus olhos se encheram de água, principalmente nas músicas Giz e Dezesseis. As melhores músicas foram tocadas,Será, Ainda é Cedo, Soldados, Vento no Litoral... é claro que algumas foram deixadas de fora, mas existem tantas músicas da Legião, que seria impossível tocar todas.
O show estava rolando quando eles tocaram Metal Contra as Nuvens, daí eu pensei, é claro que ele vai tocar Faroeste. O que custa tocar uma música de 9min e 3seg pra quem tocou uma de 8min?
Mas eu não estava completamente satisfeita após o termino da música Faroeste Caboclo. Eu juro que eu ia morrer se eles não tocassem Geração Coca-Cola, e se eles tocassem também; mas morrer em sentidos diferentes, porque se eles não tocassem, eu ia ficar decepcionada, e se tocassem eu ia ficar mais doida do que já estava. Depois de um bom tempo de show comecei a gritar: "Geração, geração..." enquanto outras pessoas gritavam nomes de outras músicas. O cover do Renato falou: Nós vamos tocar mais duas, porque o tempo está esgostando." E então veio Teatro dos Vampiros. Depois dessa música,eu continuei minha tentativa para que eles tocassem Geração,gritando: "Geração, geração." Daí ele parou, olhou pra mim e tocou geração. Cara... foi a melhor parte do show, eu saí imediatamente do meu lugar e fui para perto da borda do palco dançar loucamente. Utilizei todos os meus recursos vocais pra cantar todas as músicas, cada palavra com a mais profunda emoção, que só as músicas da Legião podem causar.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Língua: A maior herança cultural de uma nação
O que é a língua, senão a maior herança cultural de uma nação? A expressão do racional e subjetivo, que permite ao homem demonstrar o mais profundo do seu ser. A língua é muito mais do que se pode imaginar, é o resultado da cultura,da história e da sociedade em que se vive. É o que há de mais belo entre os povos, o que permite a comunicação, a expressão, a demostração de que existe muito mais além do que se fala. O que seria do mundo sem a diversidade de línguas existentes? Restringindo para uma âmbito menor, o que seria dos Brasil sem as variedades línguistcas e os dialetos? Tudo isso é cultura, cultura é sinônimo de riqueza, o que permite ao ser humano criar e recriar, viver e se expressar das mais diversas formas. A língua é inseparável à ideologia. Quando falamos, estamos expressando o que pensamos e sentimos. Colocar a língua em ação significa muito mais do que trazer um sistema linguístico à tona. Língua é sentimento, ideologia, cultura.
Assinar:
Postagens (Atom)